A Camille Claudel é uma das mulheres que me assombra desde que aprendi quem foi Rodin e, consequentemente, quem foi ela.
Artista esmagada por ser fêmea no minuto em que tornou melhor que o seu mestre.
Gravidez, aborto, uma mãe que não aprova de uma filha artista e um internamento forçado num hospício até à sua morte.
Se tivesse nascido homem, nunca se associaria o nome dela ao do Rodin, excepto enquanto aluna, e teria tido uma carreira bem mais longa e aclamada.