Já sabemos que quem controla todas as federações e instituições de desportos são homens. Já sabemos que há mulheres a praticar todos os desportos, como seria de esperar de uma sociedade evoluída.
E também já sabemos que perante esta situação o que será de esperar de um homem é que consiga tirar o máximo de proveito de uma prática que, enquanto de desporto, não lhe diz nada.
A verdade, é que ele nunca vai ter interesse nenhum em ver mulheres a praticar desporto, a não ser que… IDEIA GENIAL! Que tal obrigá-las a correr e saltar em roupas bem diminutas e com as câmaras apontadas para os sítios certos??
E não me venham com tretas de que é mais prático e tal e tal…
Em 1999, a Federação Internacional de Voleibol standardizou todos os equipamentos. Enquanto que os homens permaneceram autorizados a jogar de calções e t-shirt, as mulheres passaram a ser obrigadas a jogar de biquini.
Muito prático. Não fosse o facto de as cuecas estarem sempre a sair do sítio, o que faz com que seja necessário estar sempre a ajeitá-las.
No ténis, também nada de calções. Queremos é vê-las de sainha a dar um gemido quando batem a bola.
As apanha bolas, são todas modelos, entre os 18 e os 28, sempre agachadinhas, a correr de rabo empinado pelo meio do campo.
Desporto para elas se entreterem, sim. Mas desde que providenciem um bom espectáculo para eles.
retirado de “Feminism is dead” por Susannah Breslin
E o Machismo? Quando é que morreu?
Citado assim muito livremente:
“Se os homens fossem obrigados a ter sexo num ambiente frio, hospitalizado e cheio de regras instituídas, provavelmente não o quereriam fazer. No entanto, uma mulher é obrigada a dar à luz nestas condições.”
Disse a parteira Mary Zwart, na Grande Reportagem Sic - Parto Natural
“HouseWife” ou “Dona de Casa”, ora aí está um termo a precisar de redefinição.
O ponto de viragem há-de ser quando Ela e Ele poderem escolher ficar em casa sem sofrerem represálias de feministas ou chauvinistas.
Durante séculos o homem oprimiu a Mulher, e agora eles dizem que podemos ter a “igualdade”. Ai que contentinha que eu estou… ou não.
Então durante séculos entretêm-se a pisar mais de metade da população e agora querem ver se nos impingem a “igualdade”?
O Homem ainda tem muitas facturas para pagar e, por isso, que se foda a “igualdade”.
O que nós queremos é a superioridade e, daqui a 5000 anos, voltamos a discutir quem fica por cima, ok?
No Público de hoje:
A D.Maria Pulquéria Lúcio, vogal do Conselho Directivo da agência, diz que é importante que as funcionárias apresentem uma imagem cuidada.
Mas eu pergunto-me: só trabalham mulheres na loja do cidadão, ou os funcionários masculinos também têm por hábito usar saia curta, decote e tacões altos? Se não é esse o caso, parece-me que só se deram ao trabalho de criar regras de imagem para as mulheres, como se um homem tivesse sempre uma aparência cuidada, independentemente do que veste.
Eu proponho que se criem regras em igual medida para os funcionários masculinos, proibindo-se os penteados com gel, calças demasiado justas na braguilha, ourivesaria em geral e decote (entenda-se camisa aberta a expôr pêlos do peito, ou pior, um peito depilado. Ugh).
A roupa interior escura está proibida para os dois lados, e a Pulquéria fará a inspecção individualmente a cada mulher e homem, diariamente, antes da loja abrir.
Marota, a Pulquéria, é o que é.
Quando eu tiver uma loja do cidadão só para mim, também vou obrigar os funcionários a usar a roupa interior que me apetecer.